Prezados leitores,
Acompanhamos pelos meios de comunicação, a ocupação da reitoria da USP pelos estudantes de São Paulo. Foi denunciado publicamente que o governo implementou os principais pontos de sua política educacional no período de férias das universidades públicas paulistas, quando as associações docentes, os sindicatos dos trabalhadores e os centros acadêmicos dos estudantes dessas universidades encontravam-se desarticulados. Os defensores da qualidade de ensino ocuparam as reitorias e fizeram barricadas em defesa da autonomia universitária, da liberdade de ensino e pesquisa, da contratação de docentes e técnico-administrativos, da ampliação e liberação do repasse de recursos financeiros para as universidades públicas, da existência de fundações de amparo às pesquisas não submetidas à lógica daquilo que é vendável no mercado de patentes ou outros tantos.
No Brasil, vivemos um problema que, sempre quando surgem novas modalidades de ensino, os atores como os acadêmicos e partes envolvidas, formadores de opinião, em sua maioria não são consultados. Vemos leis de educação ser aprovadas sem fundamento consistente, apresentados quase sempre por “ILUMINADOS”. A intenção também é o preenchimento de LACUNAS; O sentido de suprir as necessidades do mercado, atingindo os propósitos pelo qual foram criadas fica em segundo plano; intrinsecamente o objetivo é atender uma demanda comercial. Observamos a divisão de opiniões (apesar de que é salutar esta modalidade), sem nenhuma conclusão apresentada à sociedade e não vemos o aprofundamento nos debates para melhorias das modalidades que já estão por aí criadas.
A maioria da sociedade acompanha passiva a baixa qualidade da educação e o lançamento de medidas paliativas ou “eleitoreiras”. Podemos citar os desastres: ESCOLA PLURAL, CURSOS A DISTÂNCIA, etc. As expressivas leis de educação, quase sempre também, partem por iniciativa do executivo.
Em outro ponto de vista, no mercado de trabalho, existem diversas empresas com PLANOS DE CARGOS E SALÁRIOS que passam pela formação de uma GRADUAÇÃO SUPERIOR. Esta é uma lacuna que temos que discutir com a categoria e com os profissionais de SST, MTE e MEC. O argumento apresentado pelos diretores das empresas para o que os Técnicos de Segurança do Trabalho não ocupem a direção ou o gerenciamento do SESMT é o fato do mesmo ter apenas a habilitação no nível pós médio.
Entendo que o Brasil carece de Técnicos, mas entendo também que, se conquistamos, em virtude da lei, um espaço dentro das empresas para garantir a segurança e saúde do trabalhador (SESMT), nós TST devemos estar constantemente preparados e isto nos diferencia da modalidade técnica no universo da educação. Devemos então ter a possibilidade de pleitear além, as diversas modalidades acadêmicas oferecidas. Isto atenderia os dois pontos apresentados anteriormente: A CAPACITAÇÃO e a OCUPAÇÃO DE CARGOS DE DIREÇÃO. Para os defensores dos TST com apenas curso pós-médio, dentro do SESMT, estes, já passam a ser ufanistas. Em um terceiro ponto, deve-se discutir também a modalidade Seqüencial ou Tecnólogo X Graduação Regular.
Portanto devemos esgotar os argumentos sobre este assunto com as partes envolvidas, tanto no meio de SST quanto no meio educacional e tentarmos formatar um conceito ou avaliar se o Tecnólogo de SST é REALMENTE A MELHOR OPÇÃO para suprir uma possível lacuna. Não podemos deixar de ressaltar a defesa do aperfeiçoamento do modelo educacional no Brasil. Uma AUDIÊNCIA PÚBLICA proposta pela Câmara de Deputados com todas as partes seria propício. Até então ficamos a mercê do capitalismo das escolas e universidades de formação.
Atenciosamente,
Cláudio Kcau
domingo, 31 de janeiro de 2010
PARA AQUELES TST QUE SÓ SABEM CHORAMINGAR!!
Um TST muito reclamador, que estava em uma empresa, no setor do SESMT, tomou para si a responsabilidade de explicar a um outro TST, senhor já maduro, próximo dele, por que era impossível a alguém da velha geração de Inspetores e/ou Supervisores de Segurança do Trabalho entender a nova geração de Técnicos de Segurança do Trabalho: "Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo', o TST novato disse alto e claro de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo:
"Nós, os Técnicos de Segurança do Trabalho de hoje, crescemos com as leis de Segurança do Trabalho (6514), as Nrs, Sindicatos dos TST, FENATEST, FUNDACENTRO, EPI's especiais, trabalho em espaços confinados altamente seguros, aviões a jato, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves tendo visitado Marte. Nós temos mal mal um piso mínimo, um belo curso de TST, computadores com grande capacidade de processamento, métodos OHSAS, ILLO, GESTÃO MULTI, e ...," (numa pausa para tomar outro gole de água)...
O senhor TST, se aproveitou do intervalo do gole para interromper a liturgia do novato em sua ladainha e disse: - 'Você está certo, companheiro de profissão; nós não tivemos essas coisas quando éramos jovens... por isso nos mobilizamos, conquistamos e muitas das vezes inventamos. E você, um choramingador arrogante dos dias de hoje, o que você está fazendo para a próxima geração? Foi aplaudido ruidosamente!
CHORAMINGAR: v. int. chorar a miúdo e por motivos fúteis.
"Nós, os Técnicos de Segurança do Trabalho de hoje, crescemos com as leis de Segurança do Trabalho (6514), as Nrs, Sindicatos dos TST, FENATEST, FUNDACENTRO, EPI's especiais, trabalho em espaços confinados altamente seguros, aviões a jato, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves tendo visitado Marte. Nós temos mal mal um piso mínimo, um belo curso de TST, computadores com grande capacidade de processamento, métodos OHSAS, ILLO, GESTÃO MULTI, e ...," (numa pausa para tomar outro gole de água)...
O senhor TST, se aproveitou do intervalo do gole para interromper a liturgia do novato em sua ladainha e disse: - 'Você está certo, companheiro de profissão; nós não tivemos essas coisas quando éramos jovens... por isso nos mobilizamos, conquistamos e muitas das vezes inventamos. E você, um choramingador arrogante dos dias de hoje, o que você está fazendo para a próxima geração? Foi aplaudido ruidosamente!
CHORAMINGAR: v. int. chorar a miúdo e por motivos fúteis.
PARA AQUELES QUE QUEREM UM SALARIO DE TST PARA SOBREVIVER!!
Repasso e-mail recebido. Prestem atenção...
Um sinal de trânsito muda de estado em média a cada 30 segundos (trinta segundos no vermelho e trinta no verde). Então, a cada minuto um mendigo tem 30 segundos para faturar pelo menos R$ 0,10, o que numa hora dará: 60 x 0,10 = R$6,00.
Se ele trabalhar 8 horas por dia, 25 dias por mês, em um mês terá faturado: 25 x 8 x 6 = R$ 1.200,00. (Abaixo da média salarial ganha por um TST em Minas Gerais que é de R$1500,00).
Será que isso é uma conta maluca?
Bom, R$6,00 por hora é uma conta bastante razoável para quem está no sinal, uma vez que, quem doa nunca dá somente 10 centavos e sim 20, 50 e às vezes até 1,00.
Mas, tudo bem, se ele faturar a metade: R$ 3,00 por hora terá R$600,00 no final do mês. (Este é o salário aceito de um Técnico de Segurança do Trabalho recém formado em Minas Gerais, com carga de 44 horas semanais ou 8 horas por dia).
Ainda assim, quando ele consegue uma moeda de R$1,00 (o que não é raro), ele pode descansar tranqüilo debaixo de uma árvore por mais 09 viradas do sinal de trânsito, sem nenhum chefe pra 'encher o saco' por causa disto.
Mas considerando que é apenas teoria, vamos ao mundo real.
De posse destes dados fui entrevistar uma mulher que pede esmolas, e que sempre vejo trocar seus rendimentos na Panetiere (padaria em frente ao CEFET). Então lhe perguntei quanto ela faturava por dia.
Imagine o que ela respondeu?
É isso mesmo, de 35 a 40 reais em média o que dá (25 dias por mês) x 35 = 875 ou 25 x 40 = 1000, então na média R$ 937,50 e ela disse que não mendiga 8 horas por dia.
Moral da História :
É melhor ser mendigo do que ser TECNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO (e muito menos professor em SST), e pelo visto, ser TST e Professor de SST em uma escola de formação de TST, é pior que ser Mendigo...
Se esforce como mendigo e ganhe mais do que um TST EM MINAS GERAIS ou um PROFESSOR DE SST.
Estude a vida toda e peça esmolas; é mais fácil e melhor que arrumar emprego como profissional na área.
E lembre-se:
Mendigo não precisa salvar vidas e nem fazer prevenção!!!
Viva a Matemática.
E AINDA TEM PROFISSIONAIS DA ÁREA QUE DIZEM QUE NÃO PODEM PASSAR FOME E QUE TEM FAMÍLIA PARA SUSTENTAR, POR ISSO ACEITAM SALÁRIOS QUE NÃO CONDIZEM COM A REALIDADE DE NOSSO ESTADO!!!
(Recebido por e-mail)
Atenciosamente,
Cláudio Kcau
Em defesa de um salário digno
Em defesa da Categoria TST!!!
Um sinal de trânsito muda de estado em média a cada 30 segundos (trinta segundos no vermelho e trinta no verde). Então, a cada minuto um mendigo tem 30 segundos para faturar pelo menos R$ 0,10, o que numa hora dará: 60 x 0,10 = R$6,00.
Se ele trabalhar 8 horas por dia, 25 dias por mês, em um mês terá faturado: 25 x 8 x 6 = R$ 1.200,00. (Abaixo da média salarial ganha por um TST em Minas Gerais que é de R$1500,00).
Será que isso é uma conta maluca?
Bom, R$6,00 por hora é uma conta bastante razoável para quem está no sinal, uma vez que, quem doa nunca dá somente 10 centavos e sim 20, 50 e às vezes até 1,00.
Mas, tudo bem, se ele faturar a metade: R$ 3,00 por hora terá R$600,00 no final do mês. (Este é o salário aceito de um Técnico de Segurança do Trabalho recém formado em Minas Gerais, com carga de 44 horas semanais ou 8 horas por dia).
Ainda assim, quando ele consegue uma moeda de R$1,00 (o que não é raro), ele pode descansar tranqüilo debaixo de uma árvore por mais 09 viradas do sinal de trânsito, sem nenhum chefe pra 'encher o saco' por causa disto.
Mas considerando que é apenas teoria, vamos ao mundo real.
De posse destes dados fui entrevistar uma mulher que pede esmolas, e que sempre vejo trocar seus rendimentos na Panetiere (padaria em frente ao CEFET). Então lhe perguntei quanto ela faturava por dia.
Imagine o que ela respondeu?
É isso mesmo, de 35 a 40 reais em média o que dá (25 dias por mês) x 35 = 875 ou 25 x 40 = 1000, então na média R$ 937,50 e ela disse que não mendiga 8 horas por dia.
Moral da História :
É melhor ser mendigo do que ser TECNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO (e muito menos professor em SST), e pelo visto, ser TST e Professor de SST em uma escola de formação de TST, é pior que ser Mendigo...
Se esforce como mendigo e ganhe mais do que um TST EM MINAS GERAIS ou um PROFESSOR DE SST.
Estude a vida toda e peça esmolas; é mais fácil e melhor que arrumar emprego como profissional na área.
E lembre-se:
Mendigo não precisa salvar vidas e nem fazer prevenção!!!
Viva a Matemática.
E AINDA TEM PROFISSIONAIS DA ÁREA QUE DIZEM QUE NÃO PODEM PASSAR FOME E QUE TEM FAMÍLIA PARA SUSTENTAR, POR ISSO ACEITAM SALÁRIOS QUE NÃO CONDIZEM COM A REALIDADE DE NOSSO ESTADO!!!
(Recebido por e-mail)
Atenciosamente,
Cláudio Kcau
Em defesa de um salário digno
Em defesa da Categoria TST!!!
AS COMUNIDADES VIRTUAIS DE SST SÃO IMPORTANTES?
Prezados (as),
O assunto proposto é uma reflexão sobre o nosso cenário que está em uma situação alarmante e muito preocupante. Alguns temas tratados nas comunidades virtuais são infrutíferos; a palavra seria "inúteis", não infrutíferos, mas deixamos assim...
Porque a colocação?
Vejamos:
1) Temos tantas coisas para nos preocupar...
2) Será que não estamos desviando nosso foco?
3) Será que não estamos canalizando esforços para algo que não irá mudar o nosso rumo perante a um cenário cada vez mais adverso?
Então:
Temos muitas preocupações: Nossa vida profissional, pessoal, amorosa, financeira, etc.
Vou pontuar a primeira:
Somos uma classe que supervaloriza o ego, a desunião, a ambição, o contraste, às vezes os valores;
Somos uma classe que busca o desentendimento. Entendimento aff!... é coisa deixada em segundo plano;
Fazemos disputas com a nossa classe, isto é, entre nós mesmos... (e não paramos para pensar que este âmbito é tão pequeno que lá fora (no universo de SST), não somos ao menos respeitados como deveríamos).
Desviamos o foco quando:
Preocupamos com os debates nas comunidades virtuais em detrimento dos debates nas comunidades presenciais;
Gastamos nossas energias em debates vazios quando deveríamos debater com pessoas com PODER DE DECISÃO das coisas. Estas 'coisas' que me refiro, são os assuntos de SST.
Canalizamos esforços infrutíferos:
Quando não sabemos por onde caminhar;
Quando não entendemos dos assuntos propostos;
Quando não temos nada para fazer;
Quando não queremos resolver as coisas;
Quando não sabemos abrir mão de nossas vaidades.
Será que debates em grupos virtuais merecem inflamadas opiniões, fazendo com que as feridas humanas e as vaidades terrenas sejam explicitamente vistas?
Que explicitamente percebemos erros graves do nosso português escrito, demonstrando falta de conhecimento técnico - acadêmico?
Que explicitamente também apareçam vontades pessoais em detrimento das vontades coletivas?
Que a punição severa, quando no cometimento de um erro ou alguns erros, é maior do que o universo de acertos e contribuições positivas gerais?
Putz! Será que a categoria TST nunca vai acordar e fazer algo realmente que modifique o mundo e a nossa situação perante o cenário crítico de nossas instituições?
Estamos emitindo opiniões nas comunidades virtuais sobre assuntos NÃO TÃO IMPORTANTES??? Será que a importância não está sendo considerada como deveria? Ou será que nossas opiniões não surgem efeitos no mundo presencial e fazemos ouvir na esfera dos computadores plugados em bytes em uma rede universal?
Porque não debatemos em torno de nossas instituições (sindicatos dos TST e FENATEST) ou em torno de pessoas que não estão preparadas para assumir posições de comando?
Estamos realmente contribuindo para TODOS OS ASSUNTOS DE NOSSA CATEGORIA E NO UNIVERSO DE SST?
No futuro, após canalização das contribuições e mobilização das pessoas, estes assuntos serão apenas debates para correções das melhorias alcançadas!!
Errar é humano sim, mas permanecer no erro é burrice! Então façamos que as comunidades virtuais de SST sejam importantes no sentido de fomentar as opiniões em nossa comunidade presencial, isto é, em debates nas assembléias gerais, nos congressos e encontros dos TST.
Pensem em tudo isso...
Estou aberto a críticas, opiniões favoráveis e contrárias a minha posição.
PARA AQUELES QUE CONCORDAM COM A MINHA REFLEXÃO, REPASSE PARA A MAIORIA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO QUE CONHECER;
PARA AQUELES QUE CONCORDAM EM PARTE COM A MINHA REFLEXÃO, ANTES DE REPASSAR PARA A MAIORIA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO QUE CONHECER, DÊ A SUA OPINIÃO PARA QUE POSSAMOS MELHORAR ESTE E CONTRIBUIR COM IDÉIAS PARA SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS;
PARA AQUELES QUE NÃO CONCORDAM COM A MINHA REFLEXÃO, REPASSE PARA A MAIORIA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO QUE CONHECER, POIS HAVERÁ MUITOS QUE DISCUTIRÃO COM VOCÊ ESTE ASSUNTO E TODOS FORMATARÃO OPINIÃO ÚNICA E COLETIVA;
Atenciosamente,
Cláudio Kcau
O assunto proposto é uma reflexão sobre o nosso cenário que está em uma situação alarmante e muito preocupante. Alguns temas tratados nas comunidades virtuais são infrutíferos; a palavra seria "inúteis", não infrutíferos, mas deixamos assim...
Porque a colocação?
Vejamos:
1) Temos tantas coisas para nos preocupar...
2) Será que não estamos desviando nosso foco?
3) Será que não estamos canalizando esforços para algo que não irá mudar o nosso rumo perante a um cenário cada vez mais adverso?
Então:
Temos muitas preocupações: Nossa vida profissional, pessoal, amorosa, financeira, etc.
Vou pontuar a primeira:
Somos uma classe que supervaloriza o ego, a desunião, a ambição, o contraste, às vezes os valores;
Somos uma classe que busca o desentendimento. Entendimento aff!... é coisa deixada em segundo plano;
Fazemos disputas com a nossa classe, isto é, entre nós mesmos... (e não paramos para pensar que este âmbito é tão pequeno que lá fora (no universo de SST), não somos ao menos respeitados como deveríamos).
Desviamos o foco quando:
Preocupamos com os debates nas comunidades virtuais em detrimento dos debates nas comunidades presenciais;
Gastamos nossas energias em debates vazios quando deveríamos debater com pessoas com PODER DE DECISÃO das coisas. Estas 'coisas' que me refiro, são os assuntos de SST.
Canalizamos esforços infrutíferos:
Quando não sabemos por onde caminhar;
Quando não entendemos dos assuntos propostos;
Quando não temos nada para fazer;
Quando não queremos resolver as coisas;
Quando não sabemos abrir mão de nossas vaidades.
Será que debates em grupos virtuais merecem inflamadas opiniões, fazendo com que as feridas humanas e as vaidades terrenas sejam explicitamente vistas?
Que explicitamente percebemos erros graves do nosso português escrito, demonstrando falta de conhecimento técnico - acadêmico?
Que explicitamente também apareçam vontades pessoais em detrimento das vontades coletivas?
Que a punição severa, quando no cometimento de um erro ou alguns erros, é maior do que o universo de acertos e contribuições positivas gerais?
Putz! Será que a categoria TST nunca vai acordar e fazer algo realmente que modifique o mundo e a nossa situação perante o cenário crítico de nossas instituições?
Estamos emitindo opiniões nas comunidades virtuais sobre assuntos NÃO TÃO IMPORTANTES??? Será que a importância não está sendo considerada como deveria? Ou será que nossas opiniões não surgem efeitos no mundo presencial e fazemos ouvir na esfera dos computadores plugados em bytes em uma rede universal?
Porque não debatemos em torno de nossas instituições (sindicatos dos TST e FENATEST) ou em torno de pessoas que não estão preparadas para assumir posições de comando?
Estamos realmente contribuindo para TODOS OS ASSUNTOS DE NOSSA CATEGORIA E NO UNIVERSO DE SST?
No futuro, após canalização das contribuições e mobilização das pessoas, estes assuntos serão apenas debates para correções das melhorias alcançadas!!
Errar é humano sim, mas permanecer no erro é burrice! Então façamos que as comunidades virtuais de SST sejam importantes no sentido de fomentar as opiniões em nossa comunidade presencial, isto é, em debates nas assembléias gerais, nos congressos e encontros dos TST.
Pensem em tudo isso...
Estou aberto a críticas, opiniões favoráveis e contrárias a minha posição.
PARA AQUELES QUE CONCORDAM COM A MINHA REFLEXÃO, REPASSE PARA A MAIORIA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO QUE CONHECER;
PARA AQUELES QUE CONCORDAM EM PARTE COM A MINHA REFLEXÃO, ANTES DE REPASSAR PARA A MAIORIA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO QUE CONHECER, DÊ A SUA OPINIÃO PARA QUE POSSAMOS MELHORAR ESTE E CONTRIBUIR COM IDÉIAS PARA SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS;
PARA AQUELES QUE NÃO CONCORDAM COM A MINHA REFLEXÃO, REPASSE PARA A MAIORIA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO QUE CONHECER, POIS HAVERÁ MUITOS QUE DISCUTIRÃO COM VOCÊ ESTE ASSUNTO E TODOS FORMATARÃO OPINIÃO ÚNICA E COLETIVA;
Atenciosamente,
Cláudio Kcau
PARA ENTENDERMOS OS PROBLEMAS BRASILEIROS PARTINDO DE UMA CATEGORIA PROFISSIONAL.
Uma reflexão sobre o início dos nossos problemas sociais e profissionais.
por Cláudio Kcau
Todos nós temos as nossas vidas e dificuldades. Alguns trabalham e estudam, outros tem filhos e esposa, alguns estão preocupados com as finanças e familiares, alguns escolhem o lazer, alguns nem tem tantas preocupações... Os motivos? Isto é outro assunto...
O que quero expressar é: Todos os dias vemos e ouvimos notícias a respeito dos acontecimentos políticos e sociais brasileiros de corrupção, acordos ilegais, centralização de poder e aumento exagerado de renda, etc. e nem sempre pensamos e sabemos como iniciou estas práticas. Não sabemos nem mesmo fazer REALMENTE ALGO PARA MUDAR ESTE QUADRO.
SIMPLESMENTE RECLAMAMOS e tudo fica por isso mesmo!
Talvez este não seja o assunto principal que quero dizer, mas é o início para entendermos o que acontece no Brasil, partindo de nossa categoria profissional e que termina (ou não!) nos acontecimentos citados.
Farei uma analogia e refletirei no modelo micro (categoria profissional TST), mas temos que entender que estes acontecimentos são a somatória dos modelos em um plano macro (categorias e seguimentos profissionais).
Posso enumerar:
1) Os TST se mostram TOTALMENTE DESINTERESSADOS EM DISCUTIR UM PISO MÍNIMO PARA A CATEGORIA NOS ESTADOS OU MOBILIZAR PARA PROPOR AS MUDANÇAS IMPORTANTES E NECESSÁRIAS PARA A NOSSA CLASSE; prova disso é o baixo ou quase nenhum comparecimento nas ASSEMBLÉIAS GERAIS;
2) Os TST se mostram TOTALMENTE DESINTERESSADOS com as MUDANÇAS DA NR 4 e de outras NORMAS REGULAMENTADORAS; prova disso é o baixo ou quase nenhum comparecimento nas chamadas para discutir os assuntos;
3) Os TST se mostram TOTALMENTE DESINTERESSADOS em melhorar seus CONHECIMENTOS TÉCNICOS participando de congressos, palestras, seminários, cursos ou encontros; prova disso é o baixo ou quase nenhum comparecimento nestes eventos;
4) Os TST se mostram TOTALMENTE DESINTERESSADOS em CONHECER AS PESSOAS ELEITAS DA FEDERAÇÃO E DOS SINDICATOS DE TST. Estas pessoas são os representantes perante os órgãos públicos e nas discussões dos assuntos de SST; prova disso é o baixo ou quase nenhum comparecimento e telefonemas dados para estes órgãos;
São alguns mínimos pontos que vão, como disse anteriormente, terminar (ou não!) em nossos problemas sociais e profissionais atuais.
Vou enumerar também:
1) O total desinteresse dos TST leva a precarização dos serviços de SST e conseqüentemente aos baixos salários e a ausência dos benefícios trabalhistas. O patronato cada vez mais se enriquece e o lucro cada vez mais é o que importa. Havendo maior riqueza pelo patronato, haverá uma maior exploração da mão de obra trabalhadora e conseqüentemente os espaços de ocupação de luta em defesa dos trabalhadores ficarão cada vez mais escassos;
2) Com as MUDANÇAS DA NR4 e de outras NORMAS, sem a participação dos empregados, os serviços de atendimento e proteção dos trabalhadores ficarão ainda mais distantes; conseqüentemente haverá um aumento significativo dos acidentes e doenças do trabalho no Brasil.
3) Com baixos conhecimentos técnicos, haverá domínio de outras áreas de interesse da SST, fazendo com que, em um curto espaço de tempo, haja aumento das pressões de outras classes profissionais e conseqüentemente possíveis mudanças nas leis existentes que substituem os Técnicos de Segurança do Trabalho nas empresas;
4) A falta de conhecimento e a ausência de cobranças da nossa categoria fazem com que os diretores sindicais atuem apenas em projetos pessoais e aqueles que ainda preservam os interesses coletivos, ficam mais susceptíveis a acordos e propostas moralmente questionáveis. Os possíveis crescimentos políticos dos sindicalistas com estes perfis poderão no futuro, se transformar em nossos governantes...
Continuemos a enumerar:
1) Verifique o alto índice de comparecimento de TST nas provas de concursos públicos; Os TST se mostram TOTALMENTE INTERESSADOS;
2) Verifique os altos índices de TST nas universidades em outros cursos de formação que não seja da área de SST. O crescimento pessoal é salutar, mas dentro da nossa categoria só cabe o curso pós-médio; Os TST se mostram TOTALMENTE INTERESSADOS por cursos superiores;
3) Verifique o baixo índice de participação e de opinião em Jornais e revistas de SST de TST que trabalham em empresas com salários superiores a R$2.000,00 (dois mil reais); Os TST se mostram TOTALMENTE INTERESSADOS em estar fora dessas discussões e em emitir opiniões públicas;
4) Verifique o alto índice de comprometimento dos TST nas questões da empresa e na defesa do patronato; Os TST se mostram TOTALMENTE INTERESSADOS em fazer o jogo da empresa;
Portanto:
Os maiores problemas sociais e profissionais do Brasil surgem com o TOTAL DESINTERESSE DOS BRASILEIROS EM TOMAR ALGUMA ATITUDE!!
Os maiores problemas sociais e profissionais da categoria TST surgem com o TOTAL INTERESSE DOS MESMOS EM ATENDER SEUS ASSUNTOS PESSOAIS!!
ENTÃO PARA MUDAR ESSE QUADRO:
1) PARTICIPE DAS ASSEMBLÉIAS GERAIS CONVOCADAS PELOS SINDICATOS DOS TST NOS ESTADOS DE NOSSA FEDERAÇÃO;
2) CONHEÇA SEUS DIRIGENTES SINDICAIS;
3) DEDIQUE UMA PARTE DO SEU TEMPO PARA PARTICIPAR DE REUNIÕES PARA DISCUTIR OS PROBLEMAS QUE AFETAM O COLETIVO DA SST;
4) DEDIQUE UMA PARTE DO SEU TEMPO PARA PARTICIPAR DE CONGRESSOS, SEMINÁRIOS, ENCONTROS TÉCNICOS PARA O SEU ENGRANDECIMENTO PESSOAL E PARA O ENGRANDECIMENTO COLETIVO DA SST.
PARA AQUELES QUE CONCORDAM COM A MINHA REFLEXÃO, REPASSE PARA A MAIORIA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO QUE CONHECER;
PARA AQUELES QUE CONCORDAM EM PARTE COM A MINHA REFLEXÃO, ANTES DE REPASSAR PARA A MAIORIA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO QUE CONHECER, DÊ A SUA OPINIÃO PARA QUE POSSAMOS MELHORAR ESTE E CONTRIBUIR COM IDÉIAS DE SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS;
PARA AQUELES QUE NÃO CONCORDAM COM A MINHA REFLEXÃO, REPASSE PARA A MAIORIA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO QUE CONHECER, POIS HAVERÁ MUITOS QUE DISCUTIRÃO COM VOCÊ ESTE ASSUNTO E TODOS FORMATARÃO UMA OPINIÃO ÚNICA E COLETIVA;
por Cláudio Kcau
Todos nós temos as nossas vidas e dificuldades. Alguns trabalham e estudam, outros tem filhos e esposa, alguns estão preocupados com as finanças e familiares, alguns escolhem o lazer, alguns nem tem tantas preocupações... Os motivos? Isto é outro assunto...
O que quero expressar é: Todos os dias vemos e ouvimos notícias a respeito dos acontecimentos políticos e sociais brasileiros de corrupção, acordos ilegais, centralização de poder e aumento exagerado de renda, etc. e nem sempre pensamos e sabemos como iniciou estas práticas. Não sabemos nem mesmo fazer REALMENTE ALGO PARA MUDAR ESTE QUADRO.
SIMPLESMENTE RECLAMAMOS e tudo fica por isso mesmo!
Talvez este não seja o assunto principal que quero dizer, mas é o início para entendermos o que acontece no Brasil, partindo de nossa categoria profissional e que termina (ou não!) nos acontecimentos citados.
Farei uma analogia e refletirei no modelo micro (categoria profissional TST), mas temos que entender que estes acontecimentos são a somatória dos modelos em um plano macro (categorias e seguimentos profissionais).
Posso enumerar:
1) Os TST se mostram TOTALMENTE DESINTERESSADOS EM DISCUTIR UM PISO MÍNIMO PARA A CATEGORIA NOS ESTADOS OU MOBILIZAR PARA PROPOR AS MUDANÇAS IMPORTANTES E NECESSÁRIAS PARA A NOSSA CLASSE; prova disso é o baixo ou quase nenhum comparecimento nas ASSEMBLÉIAS GERAIS;
2) Os TST se mostram TOTALMENTE DESINTERESSADOS com as MUDANÇAS DA NR 4 e de outras NORMAS REGULAMENTADORAS; prova disso é o baixo ou quase nenhum comparecimento nas chamadas para discutir os assuntos;
3) Os TST se mostram TOTALMENTE DESINTERESSADOS em melhorar seus CONHECIMENTOS TÉCNICOS participando de congressos, palestras, seminários, cursos ou encontros; prova disso é o baixo ou quase nenhum comparecimento nestes eventos;
4) Os TST se mostram TOTALMENTE DESINTERESSADOS em CONHECER AS PESSOAS ELEITAS DA FEDERAÇÃO E DOS SINDICATOS DE TST. Estas pessoas são os representantes perante os órgãos públicos e nas discussões dos assuntos de SST; prova disso é o baixo ou quase nenhum comparecimento e telefonemas dados para estes órgãos;
São alguns mínimos pontos que vão, como disse anteriormente, terminar (ou não!) em nossos problemas sociais e profissionais atuais.
Vou enumerar também:
1) O total desinteresse dos TST leva a precarização dos serviços de SST e conseqüentemente aos baixos salários e a ausência dos benefícios trabalhistas. O patronato cada vez mais se enriquece e o lucro cada vez mais é o que importa. Havendo maior riqueza pelo patronato, haverá uma maior exploração da mão de obra trabalhadora e conseqüentemente os espaços de ocupação de luta em defesa dos trabalhadores ficarão cada vez mais escassos;
2) Com as MUDANÇAS DA NR4 e de outras NORMAS, sem a participação dos empregados, os serviços de atendimento e proteção dos trabalhadores ficarão ainda mais distantes; conseqüentemente haverá um aumento significativo dos acidentes e doenças do trabalho no Brasil.
3) Com baixos conhecimentos técnicos, haverá domínio de outras áreas de interesse da SST, fazendo com que, em um curto espaço de tempo, haja aumento das pressões de outras classes profissionais e conseqüentemente possíveis mudanças nas leis existentes que substituem os Técnicos de Segurança do Trabalho nas empresas;
4) A falta de conhecimento e a ausência de cobranças da nossa categoria fazem com que os diretores sindicais atuem apenas em projetos pessoais e aqueles que ainda preservam os interesses coletivos, ficam mais susceptíveis a acordos e propostas moralmente questionáveis. Os possíveis crescimentos políticos dos sindicalistas com estes perfis poderão no futuro, se transformar em nossos governantes...
Continuemos a enumerar:
1) Verifique o alto índice de comparecimento de TST nas provas de concursos públicos; Os TST se mostram TOTALMENTE INTERESSADOS;
2) Verifique os altos índices de TST nas universidades em outros cursos de formação que não seja da área de SST. O crescimento pessoal é salutar, mas dentro da nossa categoria só cabe o curso pós-médio; Os TST se mostram TOTALMENTE INTERESSADOS por cursos superiores;
3) Verifique o baixo índice de participação e de opinião em Jornais e revistas de SST de TST que trabalham em empresas com salários superiores a R$2.000,00 (dois mil reais); Os TST se mostram TOTALMENTE INTERESSADOS em estar fora dessas discussões e em emitir opiniões públicas;
4) Verifique o alto índice de comprometimento dos TST nas questões da empresa e na defesa do patronato; Os TST se mostram TOTALMENTE INTERESSADOS em fazer o jogo da empresa;
Portanto:
Os maiores problemas sociais e profissionais do Brasil surgem com o TOTAL DESINTERESSE DOS BRASILEIROS EM TOMAR ALGUMA ATITUDE!!
Os maiores problemas sociais e profissionais da categoria TST surgem com o TOTAL INTERESSE DOS MESMOS EM ATENDER SEUS ASSUNTOS PESSOAIS!!
ENTÃO PARA MUDAR ESSE QUADRO:
1) PARTICIPE DAS ASSEMBLÉIAS GERAIS CONVOCADAS PELOS SINDICATOS DOS TST NOS ESTADOS DE NOSSA FEDERAÇÃO;
2) CONHEÇA SEUS DIRIGENTES SINDICAIS;
3) DEDIQUE UMA PARTE DO SEU TEMPO PARA PARTICIPAR DE REUNIÕES PARA DISCUTIR OS PROBLEMAS QUE AFETAM O COLETIVO DA SST;
4) DEDIQUE UMA PARTE DO SEU TEMPO PARA PARTICIPAR DE CONGRESSOS, SEMINÁRIOS, ENCONTROS TÉCNICOS PARA O SEU ENGRANDECIMENTO PESSOAL E PARA O ENGRANDECIMENTO COLETIVO DA SST.
PARA AQUELES QUE CONCORDAM COM A MINHA REFLEXÃO, REPASSE PARA A MAIORIA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO QUE CONHECER;
PARA AQUELES QUE CONCORDAM EM PARTE COM A MINHA REFLEXÃO, ANTES DE REPASSAR PARA A MAIORIA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO QUE CONHECER, DÊ A SUA OPINIÃO PARA QUE POSSAMOS MELHORAR ESTE E CONTRIBUIR COM IDÉIAS DE SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS;
PARA AQUELES QUE NÃO CONCORDAM COM A MINHA REFLEXÃO, REPASSE PARA A MAIORIA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO QUE CONHECER, POIS HAVERÁ MUITOS QUE DISCUTIRÃO COM VOCÊ ESTE ASSUNTO E TODOS FORMATARÃO UMA OPINIÃO ÚNICA E COLETIVA;
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